É de praxe que assuntos que represente uma data ou situações
específicas fiquem estampados nas manchetes da mídia e principalmente do
público médio que tem como hábito a utilização das redes sociais. Isto transforma
todas as opiniões (sejam elas com base teórica ou não) no motivo para o debate
e o embate pessoal entre as turmas de pensamento político à leste e a oeste.
Não é diferente com o dia mundial dos direitos humanos, regados com as premiações de Nobel da Paz à paquistanesa Malala e ao Indiano Kailash na Noruega, e, mais próximo de nossa realidade, na capital paulista, trazendo diversas discussões e eventos sobre a temática e revivendo a perspectiva de um melhor entendimento do que significa esta palavra
Afinal, o que significa Direitos humanos?
Os significados são variados e muitos deles se pautam em uma
perspectiva pessoal do que se entende como sociedade. O preocupante nesta
pergunta é que muitos jovens não sabem responder a esta questão, porém tem na
ponta da língua um motivo para não acreditar nesta prerrogativa – Culpabilizando
o estado por não ser mais repressor com camadas sociais que deveriam, na cabeça
destes, serem esquecidas.
Existe um conservadorismo latente que vai na contramão deste entendimento. Tivemos um grande exemplo com o Jair Bolsonaro, que na véspera desta data (não que isto signifique algo importante para o mesmo...) teve um comportamento extremamente machista e contrário ao decoro parlamentar. Porém há muitos que, pelo sentimento de impunidade, acreditam que a agressão, a violência e a vingança devem servir de armar para um estado forte e preparado e apoiam atitudes irracionais e violentas deste parlamentar.
Temos a oportunidade de olhar pessoalmente, em discussões nas redes sociais, que a grande influência da mídia e a falta de preparo para algumas questões de aproximação histórica e sociológica (além de sensibilidade, o mais fundamental...) fazem com que muitos ajam de forma feroz contra direito básicos, perpetuando uma situação de calamidade para a temática.
Existe um conservadorismo latente que vai na contramão deste entendimento. Tivemos um grande exemplo com o Jair Bolsonaro, que na véspera desta data (não que isto signifique algo importante para o mesmo...) teve um comportamento extremamente machista e contrário ao decoro parlamentar. Porém há muitos que, pelo sentimento de impunidade, acreditam que a agressão, a violência e a vingança devem servir de armar para um estado forte e preparado e apoiam atitudes irracionais e violentas deste parlamentar.
Temos a oportunidade de olhar pessoalmente, em discussões nas redes sociais, que a grande influência da mídia e a falta de preparo para algumas questões de aproximação histórica e sociológica (além de sensibilidade, o mais fundamental...) fazem com que muitos ajam de forma feroz contra direito básicos, perpetuando uma situação de calamidade para a temática.
Nisto tudo temos a mulher, o negro, o pobre na vertente disto tudo, sendo cada vez mais vitimado e oprimido, pois as pessoas se acostumaram a julgar e apontar, pelo preconceito, estes grupos como se tivessem sempre na relação direta com a criminalidade, com as mortes, com os casos em que a justiça não se faz presente.
Qualquer ser humano é digno de recomeçar, de aprender e de se renovar.
Para tanto, os jovens desta geração que tiveram a oportunidade da informação, de um sistema de ensino adequado, de acesso as universidades, que façam o seu papel. Não um papel do apontamento e do julgamento: há tantos outros jovens e senhores (e jovens com cabeça de senhores) que precisam entender esta realidade e complexidade pelo diálogo, pelo entendimento e não pela agressividade e ofensas pessoais que só levam a posicionamentos políticos que afastam e que mais parecem torcidas organizadas.
Militantes de qualquer organização, seja ela política ou não governamental, de luta pelos mesmos direitos das minorias e que desejam acabar com as opressões, precisam levar adiante, como sempre, a informação que ajude outros a entender que direitos humanos nada mais são que os direitos básicos que qualquer cidadão precisa ter, igualitariamente, sem distinções. Porém sabemos que existem muitas desigualdades e isto faz a temática enfraquecer, parecer que não existe de fato.
Temos o direito enquanto ser humano e o dever de propagar a informação, também sem exceções.